Jornal Diário Jornal das 13 Último Jornal

Parte dos manifestantes de forças de segurança saiem do Ministério das Finanças para a AR

| País
Porto Canal com Lusa

Lisboa, 12 out (Lusa) - Uma parte dos manifestantes de forças de segurança que hoje estão concentrados junto do Ministério das Finanças, em Lisboa, começou a retirar-se do local cerca das 20:15 e a dirigir-se para a Assembleia da República.

Uma parte do forte dispositivo policial instalado na praça do Comércio, junto do Ministério das Finanças, bem como da Justiça e Administração interna, acompanhava os manifestantes no percurso até ao parlamento.

Na praça do Comércio permaneciam centenas de participantes na manifestação e também do dispositivo de segurança, que incluía membros do Corpo de Intervenção e veículos da Unidade Especial de Polícia.

Até àquela hora, os manifestantes ainda não tinham sido atendidos na exigência de serem recebidos pelo ministro das Finanças, a quem pretendem entregar uma carta reivindicativa de descongelamento das carreiras.

O protesto conta também com a participação de outros sindicatos da PSP e da GNR que não fazem parte da CCP.

A manifestação iniciou-se cerca das 18:30 no Marquês de Pombal e inclui elementos da PSP, GNR, SEF, ASAE, Polícia Marítima e guarda prisional.

FP/CMP/HB // ARA

Lusa/Fim

+ notícias: País

Homem matou a mulher e tentou suicidar-se em Sever do Vouga

Um homem de 69 anos matou a mulher de 66 anos e tentou cometer suicídio, esta terça-feira de manhã, na residência do casal, em Silva Escura, Sever do Vouga, disse à Lusa fonte da GNR.

Associação Zero acusa Governo de manipular dados da reciclagem

A associação ambientalista Zero acusou esta terça-feira o Governo de manipular os dados dos resíduos urbanos, declarando como recicladas quase 270 mil toneladas que foram para aterros, recebendo assim mais dinheiro e apresentando um melhor desempenho.

Atualizado 16-01-2018 16:21

Combustão de resíduos da antiga mina do Pejão "não representa alarme" segundo empresa

A empresa EDM comunicou esta terça-feira que a combustão de resíduos das antigas minas do Pejão, em Castelo de Paiva, que ocorre desde outubro, "não representa no imediato um motivo de alarme para a população".

Atenção: este é um espaço público e moderado. Não forneça os seus dados pessoais (como telefone ou morada) nem utilize linguagem imprópria.