Jornal Diário Jornal das 13 Último Jornal

Mulher sofre queimaduras em 50% do corpo no incêndio em Tomar

| País
Porto Canal com Lusa

Abrantes, Santarém, 13 ago (Lusa) -- Uma mulher de 40 anos sofreu queimaduras em cerca de 50 por cento do corpo, na sequência do incêndio que deflagra no concelho de Tomar, disseram hoje à Lusa fontes da autarquia e da Proteção Civil.

De acordo com fonte do comando nacional da Proteção Civil, a mulher foi atingida pelas chamas na localidade de Vale do Vime, no concelho de Abrantes, distrito de Santarém.

Contactado pela Lusa, o vice-presidente da Câmara de Abrantes, Hugo Cristóvão, acrescentou que a mulher sofreu queimaduras em 50 por cento do corpo e que foi inicialmente assistida no hospital de Abrantes, tendo, devido à gravidade das queimaduras, sido transferida para os Hospitais de Coimbra.

A Proteção Civil revelou ainda que outra pessoa sofreu queimaduras ligeiras na localidade de Outeiro do Forno, tendo sido assistida no hospital de Abrantes.

De acordo com a página da internet da Autoridade Nacional de Proteção Civil, consultada cerca da 01:40, o incêndio que deflagra em Tomar está a ser combatido 271 operacionais, apoiados por 73 meios terrestres. O fogo teve origem na localidade de Carvalhal, na União de Freguesias Serra e Junceira, às 15:58 de sábado.

No concelho de Abrantes, igualmente no distrito de Santarém, cinco bombeiros também sofreram, no sábado, queimaduras ligeiras, quando combatiam um incêndio que deflagrou em duas aldeias, na sequência de uma projeção de um fogo em Tomar que atravessou a albufeira de Castelo de Bode.

MLS // MLS/DM

Lusa/Fim

+ notícias: País

Várias empresas suspendem apoios após escândalo na Raríssimas

A Raríssimas já está a sofrer penalizações depois do escândalo que envolve a ex-presidente. Há mecenas que estão a cortar nos apoios à instituição. Na delegação centro, pelo menos uma empresa suspendeu o donativo.

Caso Raríssimas deixa portugueses com 'o pé-atrás' sobre futuras doações a IPSS

                                 

Estudantes de Viseu promovem referendo para decidirem futuro da Garraida

A tradição mantém-se viva e a Garraiada de Viseu não vai morrer. A dúvida sobre a manutenção do evento com 16 anos de história surgiu depois da contestação levantada pelo grupo de trabalho dos Direitos dos Animais pelo Bloco de Esquerda. A associação de estudantes da Escola Superior agrária de Viseu decidiu deixar a decisão a cargo dos alunos e promoveu um referendo o futuro da garraiada. Os alunos votaram a favor da manutenção em 2018 haverá Garraiada.

Atenção: este é um espaço público e moderado. Não forneça os seus dados pessoais (como telefone ou morada) nem utilize linguagem imprópria.

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

DESCUBRA MAIS