Jornal das 13 Jornal Diário Último Jornal

Ministro considera que formação segura nos comandos manteve tropa especial exigente

| Política
Porto Canal com Lusa

Sintra, Lisboa, 11 ago (Lusa) - O ministro da Defesa Nacional considerou hoje, em Sintra, que os comandos reforçaram a segurança na formação, continuando a ser uma tropa especial exigente, para representar o país em missões como a da República Centro-Africana (RCA).

"O regimento de comandos, naturalmente que na dependência do comando do Exército, fez o trabalho que tinha a fazer, [e] o referencial do curso foi reforçado em aspetos quer quanto à segurança, quer quanto às condições de saúde dos instruendos", afirmou José Azeredo Lopes.

O governante, que falava no quartel da Carregueira (Sintra), no encerramento do curso de comandos e entrega do estandarte nacional à segunda Força Nacional Destacada na RCA, acrescentou que a exigência do 128.º curso é demonstrada pelo facto de que "só 23% dos instruendos é que chegaram ao fim".

Além de salientar que o regimento de comandos soube enfrentar "com coragem" os problemas relacionados com a morte de dois instruendos no anterior curso, Azeredo Lopes assegurou que os comandos continuam "a ser uma tropa especial de elevada exigência".

"Precisamos de elevada exigência na instrução e na preparação para termos a confiança, que com certeza todos temos, em que do regimento de comandos virá sempre um conjunto de forças que serão cruciais em determinados teatros de operações", frisou o ministro, notando que a RCA "é um teatro de operações particularmente exigente".

No quartel da Carregueira foram entregues as boinas aos 13 militares que terminaram o curso com aproveitamento, dos 57 que iniciaram a instrução do 128.º curso de comandos.

Na cerimónia foi também entregue o estandarte nacional à segunda Força Nacional Destacada na missão da Organização das Nações Unidas (ONU) na RCA, com partida prevista para 25 de agosto e 04 de setembro.

LYFS // ZO

Lusa/fim

+ notícias: Política

Jerónimo de Sousa diz que Portugal precisa de uma política que não seja "refém das imposições externas"

Jerónimo de Sousa defende para Portugal uma política "patriótica e de esquerda" que não seja "refém das imposições externas". O Secretário Geral do PCP diz que são hoje visíveis as consequências do capitalismo na sociedade portuguesa.

António Costa garante que autonomia das escolas não está em risco

António Costa garantiu este sábado que o modelo de descentralização na educação não vai comprometer a autonomia das escolas, algo que a Fenprof receia.

Vieira da Silva considera que "país precisa do acordo com os parceiros sociais"

Vieira da Silva desvaloriza as recomendações de Bruxelas e do FMI, que pedem maior flexibilidade laboral. Em Amares, Braga, e à margem da inauguração de um novo lar, o ministro do trabalho falou ainda do aumento do salário mínimo nacional e considera que o país precisa desse acordo.

Atenção: este é um espaço público e moderado. Não forneça os seus dados pessoais (como telefone ou morada) nem utilize linguagem imprópria.

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

DESCUBRA MAIS