Jornal das 13 Jornal Diário Último Jornal

Pedrogão Grande: Marcelo quer evitar, para já, "frente" da discussão de falhas

| País
Porto Canal com Lusa

Góis, Coimbra, 19 jun (Lusa) - Pela terceira vez em dois dias, o Presidente da República pediu que não se arranje "mais uma frente" de combate, com a discussão sobre o que fazer para evitar incêndios como o que começou em Pedrógão Grande.

Primeiro na sua mensagem ao país, no domingo, e hoje, por duas vezes, na sua segunda visita à zona afetada pelos incêndios, pediu para que essa "reflexão" se faça mais tarde.

A fórmula foi idêntica em Avelar (Ansião) e em Cernache do Bonjardim, com Marcelo a pedir que não se faça a discussão por enquanto.

"Estamos no momento de combate em que, a pouco a pouco, vamos conseguindo controlar a situação", disse o chefe de Estado, pedindo que não se junte "mais uma frente" à "frente" de combater as chamas e apoiar as vítimas.

Depois, afirmou Marcelo Rebelo de Sousa em Avelar, mas também em Cernache, haverá "todo o tempo do mundo para falar de causas, reflexões".

De críticas, Rebelo de Sousa respondeu com um sorriso quando uma jornalista lhe perguntou se não se chateava quando o criticavam por ir distribuir beijos.

Nestes momentos de dor, "os afetos ou chamem-lhe o que quiserem", são necessários.

NS // ZO

Lusa/fim

+ notícias: País

Autarquias portuguesas estão a tomar medidas para prevenir ataques terroristas

Em Portugal, algumas autarquias estão a tomar medidas para prevenir ataques terroristas como aquele que aconteceu em Barcelona. No Porto, só são colocadas barreiras de betão em eventos com grande concentração de pessoas. Já em Vila Nova de Gaia, à beira-rio foram colocadas barreiras na altura do São João mas a autarquia optou por mantê-las.

O que fazer em caso de atentado terrorista?

A PSP lançou um guia para a população seguir em caso de ataque terrorista em Portugal. Fugir, proteger e ligar são os três principais conselhos.

Número de detidos por suspeita de fogo posto quase duplicou face a 2016

As forças de segurança detiveram este ano 102 pessoas suspeitas do crime de incêndio florestal, quase o dobro do número registado (53) em 2016, segundo o comandante da Autoridade Nacional de Proteção Civil.

Atenção: este é um espaço público e moderado. Não forneça os seus dados pessoais (como telefone ou morada) nem utilize linguagem imprópria.

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

RELACIONADAS

DESCUBRA MAIS

Nota Alta

"Todos nós estamos desenhados...