Jornal das 13 Jornal Diário Último Jornal

Portugal tem de emitir mais dívida a médio e longo prazo para concluir regresso aos mercados - Carlos Costa

| Economia
Fonte: Agência Lusa

Lisboa, 04 jun (Lusa) - Portugal tem de fazer mais emissões de dívida pública a médio e longo prazo, antes de terminar o programa da 'troika', para poder dizer que regressou em pleno aos mercados de dívida, considera o governador do Banco de Portugal.

Carlos Costa foi instado pelo deputado do Bloco de Esquerda Pedro Filipe Soares a explicitar as suas próprias afirmações, na audição parlamentar que hoje decorre, de que uma das condições para aceder ao programa de compra de dívida pública no mercado secundário do Banco Central Europeu "é o regresso aos mercados em toda a curva, não um regresso fortuito, mas contínuo".

Este regresso contínuo e não fortuito, explicou o governador, significa que a reconstrução da curva de rendimentos "tem de ser depois pontuada por outras emissões".

"Tem de ser feita antes de estarmos totalmente dependentes do mercado para nos financiarmos, ainda enquanto estamos no programa" de assistência económica e financeira, disse ainda.

Estas declarações surgem após o Governo garantir que regressou com sucesso ao mercado, na sequência do que considerou serem dois leilões bem-sucedidos, um de dívida a cinco anos e outro a dez anos.

"Para estar no mercado temos que ter o sentimento e conforto de que o mercado olha para a nossa curva de rendimentos e para a nossa curva de maturidades com confiança", adiantou.

NM/ND // PDF

Lusa/Fim

twitter facebook Google plus Whatsapp imprimir

+ notícias: Economia

"Réveillon" com aumento de preços nas reservas em hotéis e viagens

Destinos como o Algarve, Madeira e Brasil com valores recorde de ocupação têm vindo a favorecer o turismo na Passagem de Ano, de acordo com o vice-presidente da Associação Portuguesa de Agências de Viagens e Turismo, Nuno Matéus.

Carga fiscal de Portugal aumenta para 34,5% do PIB em 2015

A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) divulgou que a carga fiscal aumentou 0,3 pontos percentuais em Portugal em 2015 face a 2014, atingindo os 34,5% do PIB, o que coloca o país na 16.ª posição.

Estado já arrecadou 35ME com 'perdão fiscal'

O Estado arrecadou mais de 35 milhões de euros até ao final de novembro com o Programa Especial de Redução do Endividamento ao Estado (PERES), que inclui o perdão de juros, ao qual aderiram quase 40 mil contribuintes.

Atenção: este é um espaço público e moderado. Não forneça os seus dados pessoais (como telefone ou morada) nem utilize linguagem imprópria.

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

DESCUBRA MAIS